sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Sinais do Amor...


Em qual gesto ele se denuncia...em qual curva ele retorna?

E nessa incerteza minha curiosidade torna...

Tão sutil que meu corpo balbucia...


Será no olhar que ele surge faceiro?

Entre os leves cílios que abanam o ar...

E nas lágrimas a molhar o travesseiro...

Quando a saudade começa a apertar...


Então no suave devaneio da vida...

Reflito em meus atos tão cheios de ti..

Que talvez por fazê-los despercebida...

Mais teus sejam eles, porque permiti.
(Eu**)

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