
Em qual gesto ele se denuncia...em qual curva ele retorna?
E nessa incerteza minha curiosidade torna...
Tão sutil que meu corpo balbucia...
Será no olhar que ele surge faceiro?
Entre os leves cílios que abanam o ar...
E nas lágrimas a molhar o travesseiro...
Quando a saudade começa a apertar...
Então no suave devaneio da vida...
Reflito em meus atos tão cheios de ti..
Que talvez por fazê-los despercebida...
Mais teus sejam eles, porque permiti.
(Eu**)

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